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Em tempos de economia instável, é normal sentir-se inseguro ao investir em bens de alto valor agregado, como um imóvel, por exemplo. A notícia boa é que o mercado imobiliário está dando sinais de recuperação e os bancos já estão mais abertos à concessão de crédito para aquisição da casa própria. 

O primeiro trimestre de 2017 foi animador. Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) apurou que, em março, a comercialização de unidades residenciais novas foi de 1.233, sendo 54,5% superior ao total vendido em fevereiro (798 unidades) e 15,2% acima do resultado de março de 2016 (1.070 unidades).

Uma alternativa altamente procurada pelos investidores foi a modalidade do consórcio. De acordo com a  Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), a adesão ao sistema cresceu 19,2% no primeiro quadrimestre de 2017 e atingiu 75,7 mil novos consorciados. Em 2017, foram comercializados R$ 9,99 bilhões, cerca de 39,1% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.

O portal da Rádio Cultura Foz divulgou uma matéria na qual o superintendente regional da CAIXA, Antonio Minuk, ressaltou que foram registrados no trimestre de 2017 um crescimento na ordem de oito por cento no volume de financiamentos liberados e também aumento no pedido de liberação de recursos por parte das empresas responsáveis pelos lançamentos imobiliários.

Outro índice divulgado recentemente foi o Índice FipeZap de Locação – que acompanha o preço de aluguel de imóveis em 15 cidades brasileiras (os preços considerados para o cálculo se referem a anúncios para novos aluguéis). Registrou-se ligeiro aumento (+0,03%) entre abril e maio de 2017.

Das cidades que acompanharam esse aumento, destacam-se:

  • São Bernardo do Campo (+1,13%);
  • Curitiba (+0,95%);
  • Belo Horizonte (+0,86%);
  • Recife (+0,77%)
  • Santos (+0,71%).

Investir em imóvel é sempre uma opção segura. Para você acompanhar de perto o mercado imobiliário e aproveitar as melhores oportunidades, é preciso conhecer alguns índices. Os principais são:

  • IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado): utilizado para correção dos contratos de compra e locação de imóvel, aplicado sobre as parcelas com vencimento após o período de obras do empreendimento, devidas diretamente à incorporadora;
  • INCC (Índice Nacional de Custo da Construção): apura a evolução dos custos no setor da construção, um dos termômetros do nível de atividade da economia. É a referência para reajuste de contratos de compra e venda de imóveis;
  • CUB (Custo Unitário Básico da Construção Civil): demonstra a evolução dos custos das edificações de forma geral, garantindo ao comprador um parâmetro comparativo à realidade dos custos. Utilizado como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e até mesmo como índice setorial;
  • TR (Taxa Referencial de Juros): aplicada nos contratos de crédito imobiliário pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Fique de olho nos índices financeiros aplicados no contrato e como eles podem impactar no valor que você pagará mensalmente pelo imóvel;
  • IMOB (Índice Imobiliário): indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade dos setores da atividade imobiliária compreendidos por exploração de imóveis e construção civil.

O sonho do imóvel próprio é para todos. Existem alternativas de cabem no seu bolso. Basta priorizar o objetivo, definir um plano de ação e segui-lo. Existem maneiras diversas de conquistá-lo, como: financiamento, consórcio, uso do FGTS para aquisição, comprar imóvel na planta (tende a ser mais em conta), dentre outras.

Agora que você já sabe tudo sobre o mercado imobiliário, que tal verificar as possibilidades de adquirir o seu? Clique a07qui e confira as incríveis oportunidades disponíveis.  

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